O nu e o Sagrado

Claude-Gerard Sarrazin

O ocidental, salvo raras exceções, não associa a nudez ao sagrado. Para este "homem honesto", o nu está intimamente ligado ao profano e até com uma boa dose de maldade.

O Ocidente, mesmo ateu, é de cultura cristã. E este cristianismo está impregnado de antigas (e antiquadas) tradições. Tais tradições costumam associar a Divindade aos lugares de culto sagrado, aos templos. Tudo o que diz respeito ao Alto deve ser consagrado a uma igreja, um templo ou uma sinagoga. Não se pode, por isso, nem sequer imaginar um ofício religioso, nesses lugares sagrados, celebrado diante de uma assembléia de devotos e compenetrados nudistas! Menos ainda celebrado por um mandatário nudista!

Neste caso, a Índia, considerada um dos países mais religiosos do mundo, conta com algumas centenas de milhares de religiosos nus, os nangasannyasin, monges mendicantes que perambulam por todo lugar usando nada a não ser o cimta, uma espécie de campainha que vão fazendo soar enquanto caminham em silêncio.

Os templos consagrados ao deus Shiva honram, nada mais nada menos, que o seu linga, ou seja, o pênis.

Dir-se-a: isso é folclore, coisa longínqua... mas os lamas tibetanos vivem nus entre as neves eternas do Himalaia. Os yogues vivem nus há séculos e entre eles não existe praticamente doença alguma. Esse "folclore" não está certamente aberto a qualquer um! As convicções religiosas desses ascetas não podem ser menosprezadas.

Seria muito bom que os padres, ao menos no verão, celebrassem nus para simbolizar a pureza, sem os veus do fingimento.

Os templos egípcios mostram deuses nus, enquanto apresentam os faraós celebrando ritos em atitudes muito respeitosas.

Poderiam simplesmente ser chamadas de "folclore" as incontáveis maravilhas da cultura grega? Elas imortalizaram tão bem o atleta, como estava no momento de seu triunfo, como um deus ou uma deusa no seu respectivo templo. Os atletas são representados nus, no esplendor de sua beleza física. Nas arenas eles combatiam nus, usando um escudo de cobre para se protegerem. O guerreiro morria nu, porque a nudez era sagrada.

Por ocasião das festas druídicas, sacerdotisas nuas pintavam o corpo de azul, porque o insondável e o infinito são representados por esta cor. A nudez é sagrada.

E... os cristãos?

Em nossos dias se batizam os recém nascidos vestidos de branco, para simbolizar a pureza. Esconde-se o corpo, que se considera impuro, com uma vestimenta que representa a pureza. Pode? Será talvez o batismo uma purificação não afasta a impureza?

Os primeiros cristãos representavam o Cristo com os traços de um Apolo Nu! Tais representações (pinturas, esculturas e mosaicos) nada equivocadas, muito bem conservadas, existem até hoje. Era costume representar o Cristo sendo batizado nu, assim como nu estava o Cristo na cruz! Naquela época os fiéis eram batizados nus, para significar o que a nudez trazia consigo: a pureza da verdade. O nu e o sagrado andavam juntos.

Os doutrinadores e teólogos revisionistas modificaram tudo e, sorrateiramente transmitiram os seus ensinamentos. Fala-se hoje, só depois de séculos de condicionamento negativo, que pudor é coisa natural. Será mesmo?

Mas fala-se também, hoje em dia, de Gaia, da Natureza, de "retorno à natureza". Estamos prontos para uma renovação que por muitos é considerada pagã, de celebrar as núpcias do Homem com a Natureza. Procura-se o divino em outros lugares, não somente nos templos fechados. As árvores estão nuas. As flores estão nuas (são elas os orgãos genitais das plantas!). Os animais estão nus. E o ser humano? E o Homem e a Mulher?

Muitos cristãos repetem, mas sem pensar verdadeiramente no que dizem, aquilo que o apóstolo Paulo dizia (ele sim, pensava): "o corpo é o Templo do Espírito". Ele tem seu lugar no grande templo da Natureza. E o corpo é suficientemente bom, não necessita ser coberto de véus pudicos. O cristão repete também que "Deus fez o Homem à sua Imagem". Repete, mas mais uma vez, não pensa no que diz, pois Deus fez o Homem nu. Esta Imagem de Deus é um ícone respeitável, se é! Mesmo havendo pessoas perversas que desnaturam esta Imagem, milhares de milhares de seres humanos a veneram e respeitam!

O ser humano nu, na sua verdade esplêndida, é a imagem mais sagrada de Deus no universo!

Artigo publicado na revista "La Vie Au Soliel", número 66, em 1997. tradução do Pe. Paulo C. Marconcini, extraído da revista Naturis.

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Congrenat 2005

Pedro Ribeiro

Mais de 60 naturistas, entre homens, mulheres, jovens e crianças participaram do esperado Congresso de Naturismo que ocorreu nos dias 28, 29 e 30 de janeiro deste ano. Realizado na estância Mirante do paraíso, na cidade de Igaratá, a cerca de 80 km da capital paulista, o clima foi de confraternização e de debates de pontos que ainda mereceram atenção da diretoria da Federação brasileira de Naturismo.

Todos os estados que possuem áreas naturistas se fizeram representar, do Oiapoque ao Chuí, literalmente, com exceção da Bahia. Pois desde a jovem associação do Amazonas à veterana Colina do Sol disseram presente a mais este encontro. Ao todo são 17 filiados.

A abertura no sábado, às 21 h, contou com a presença inédita de um prefeito municipal, interessado nas vantagens econômicas e sociais que o naturismo traz para sua região. Trata-se do prefeito do município de Conde, onde está localizada uma das mais antigas praias naturistas do Brasil: Tambaba. O prefeito Aluísio Régis enalteceu o naturismo por ele ter feito com que o município ganhasse visibilidade internacional, o que vem atraindo inúmeros turistas, nacionais ou estrangeiros, à região, com isso causando uma melhoria social sem precedentes.

Aluísio ratificou seu apoio ao naturismo em seu município e tem apresentado resoluções e leis que o ajudam a se desenvolver. No momento, Tambaba é a única praia oficial brasileira que possui renda própria determinada por uma lei municipal, arrecada do pagamento do estacionamento na área da praia.

Neste primeiro dia de Congresso já ficou marcada a data do próximo encontro naturista. O chamado Pré-congresso será realizado nos dias 12, 13 e 14 de outubro em Tambaba, na Paraíba, onde os assuntos que não puderam ser contemplados integralmente neste Congrenat serão retomados nos debates da próxima ocasião.

Após a abertura um coquetel encerrou os trabalhos do primeiro dia.

No sábado chuvoso, após a mesa diretora do evento ser composta pelos membros da diretoria da FBrN, cuja presidência foi exercida por Elias Alves Pereira, Jorge Bandeira, dirigente do Grauna (grupo união naturista do Amazonas) fez apresentação teatral de um monólogo intitulado "O poço", de Haroldo Maranhão, que trata da busca do homem por si mesmo, devidamente adaptado para a ocasião naturista. Abriu dessa forma os trabalhos do segundo dia.

Passaporte

O passaporte naturista, documento de validade internacional, que faz com que seu proprietário seja acolhido em qualquer área naturista filiada à Federação brasileira de naturismo ou Federação Internacional, foi referendada e ganhou garantia, de todas dirigentes das áreas presentes, de que os donos do referido documento tenham tratamento igual aos associados da área visitada, sem nenhum tipo de discriminação, nem o de ser homem desacompanhado de mulher, tampouco por orientação sexual.

Naturismo feminino

O primeiro tema do dia foi sobre a questão do naturismo feminino. A questão foi levantada por causa da grande incidência de mulheres que se mantém vestidas com cangas nas áreas naturistas. Outras recusam-se a tirar a parte de baixo do biquíni, alegando estarem menstruadas. Após alguns depoimentos e considerações ficou estabelecido que cada área vai cuidar do assunto da melhor maneira que lhe aprouver.

Miriam Alles, vice-presidente da AGAL (Associação Amigos da Galheta), lançou campanha convocando as mulheres a irem a qualquer praia não naturista do Brasil e não usarem mais a parte de cima do biquíni, na intenção de tornar o top-less mais aceito pela sociedade. Declarou que já tem o costume de fazer isso, até mesmo em praias muito movimentadas, como em Copacabana, onde jamais teve qualquer tipo de represália.

Nudismo X naturismo

O segundo tema foi a questão de diferenciação entre os significados das palavras nudismo e naturismo. Após depoimentos e considerações ficou decidido que, de agora em diante, não haverá mais diferença entre os dois vocábulos, ou seja, naturismo é sinônimo de nudismo, seguindo uma tendência mundial defendida no Congresso Internacional.

Swingers

O terceiro tema dizia respeito ao aumento do número de freqüentadores swingers nas áreas naturistas, que tem constrangido naturistas com convites insistentes. Esse assunto ficou para o encontro de Tambaba.

Lei Gabeira

Elias lembrou da importância da colaboração de todos naturistas no esforço de fazer com que a Lei Gabeira seja realmente votada e aprovada nos primeiros dias de trabalho do Senado, em fevereiro. Pede para que cada naturista escreva, por e-mail ou carta, ao senador de seu estado pedindo que vote a favor quando o projeto for a plenário.

Eleição

Neste Congresso foi reeleito Elias da Silva Pereira, presidente da FBrN, por mais dois anos. Da antiga diretoria somente dois cargos tiveram seus titulares trocados. O Vice-presidente passou a ser Valdemar Motta, do SampaNAT e o 2º secretário, João Carlos Lima de Souza, de Belém, Pará

Valdir de Souza e Silva, presidente do Conselho da Federação, foi convocado para referendar a nova diretoria e convocou a eleição dos novos conselheiros.

Após reeleito Elias convocou os naturistas brasileiros a participarem do próximo Congresso Internacional de naturismo a ser realizado na Espanha em 2006, lembrando de como foi muito bem sucedida a participação brasileira no Congresso realizado na Croácia em agosto de 2004. Ressaltou a importância do Brasil se fazer representar.

Terceiro dia

Cursos sobre naturismo

No domingo, por sugestão de Heitor Herbert Stain, do GoiasNat, foi votada e aprovada a Resolução que orienta a todas associações brasileiras promoverem preleções, projeções e estudos sobre o Naturismo, origem, história e filosofia toda vez em que houver assembléias de seus associados.

Jovens naturistas

Um dos destaques do dia foi a importância da criação no Brasil de uma representação do YNAI (young naturists association international). Uma das preocupações do último congresso internacional realizado na Croácia era exatamente a baixa freqüência de jovens no naturismo mundial. Fato que também se repete em nosso país. A criação do Ynai-Brasil, sob direção de André Herdy, vem tentar diminuir esta lacuna.

Gays e lésbicas

Outro tema de domingo foi sobre freqüentadores gays e lésbicas. Ficou decidido que, se o comportamento dessas pessoas for naturista, ou seja, respeitoso com as outras pessoas, não há qualquer problema na presença nem filiação a alguma área naturista. Inclusive travestis.

Cartão de crédito

Uma sugestão empolgou os presentes: a criação de cartão de crédito de fidelidade com a associação. A viabilidade disso será estudada pela diretoria.

Encerramento

Dado ao avançado da hora e da necessidade de muitos presentes precisarem ir embora, os trabalhos foram encerrados e os temas previstos e não contemplados nas discussões e debates foram transferidos para o Encontro de Tambaba, a ser realizado em outubro.

Após a conclusão dos trabalhos Elias declarou que se sentiu frustrado em seu primeiro mandato por não ter conseguido aprovar a Lei Gabeira. Mas fez uma avaliação positiva de seus anos á frente da Federação, mesmo considerando que não conseguiu realizar tudo que sonhava. A principal meta para os próximos dois anos é desenvolver e consolidar ainda mais o Naturismo no Brasil. Acredita que com muito trabalho conseguirá ter ao menos uma representação naturista em cada estado brasileiro.

Sugere que convites aos visitantes de outros estados em áreas naturistas diversas, para que eles se esforcem para organizar núcleos naturistas em seus lugares de origem poderá mudar o panorama atual em pouco tempo. O problema, claro, é convencê-los a serem além de praticantes, lutadores pela causa.

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Experiência Naturista

Gisele

Tem algumas coisas na vida que, por mais que a gente entenda racionalmente, só vivendo na pele é que o conhecimento se incorpora. Você o sente em cada célula, a emoção se expande através de cada terminação nervosa e aí se torna uma experiência visceral ao invés de cerebral. Todo mundo sentiu um beijo inesquecível, um abraço redentor, um olhar cúmplice. Todos guardados não mais só na memória, mas também em ondas de sensações.

Para ser honesta, tenho meia dúzia de experiências assim como descrevi. Todas envolvendo alguma outra pessoa. Nunca apenas eu comigo mesmo. Talvez por isso tenha levado um pequeno susto com o que vou relatar.

Quando tirei minhas roupas fiquei mais sensível à luz, à água, ao vento. Que sensação maravilhosa de ser acariciada por todos eles. À medida que você se despe de tantas carapaças, você se torna mais receptivo à tanta coisa boa que a Vida tem a te oferecer. O Bom, o Belo, o Divino encontram um caminho com menos barreiras.

E sem roupas é que ouvi meu corpo falar. Na verdade ele gritou: "estou aqui! Cuide de mim. Perceba-me e escute-me." E eu, que muitas vezes nego sua existência, seja privilegiando a cabeça, seja não dormindo ou não comendo direito, seja ignorando seus sinais, me assustei.

E foi assim que ele me fez entender porque às vezes sinto um grande aperto nessa região superior do tronco, nas costas e no peito. Ele me disse que eu tinha asas.

Vocês podem não acreditar, mas eu estava sentindo isso mesmo. Minhas asas amarradas. Grudadas ainda ao tronco, como a lagarta transformada em borboleta que ainda luta contra o casulo. Como o passarinho ainda quebrando o ovo e pela primeira vez sentindo a luz.

Isso foi tão nítido e intenso que me calei.

Na segunda nem fui trabalhar, ainda profundamente tocada (em todos os sentidos) com essa experiência corporal que transcendeu e que hoje considero religiosa. Afinal de contas, não estamos aqui para nos religar?

Agora quero a luz, quero o ar, quero voar. Nem para longe, nem para o alto, mas para dentro de mim, onde estou descobrindo amplos espaços desconhecidos e também para dentro dos outros, que me oferecem a grande oportunidade de viver as acrobacias dos verdadeiros relacionamentos.

E, maravilhada com minha imagem refletida na retina de uma pessoa que captou esse momento, termino deixando suas sensíveis palavras :

Eu sou uma lagarta que descobriu que tem asas...
descobriu que pode voar...
descobriu que na verdade não é mais uma lagarta e sim
uma linda borboleta que tem asas exuberantes!
Esta borboleta resolveu tentar arriscar vôo...
e sentiu pela primeira vez a sensação do vento em suas asas,
de seu corpo voando sobre o chão por onde se arrastava!
Não sou mais aquela lagarta eu tenho asas!
Posso voar!!!
Nunca mais quero me arrastar pelo chao!
Nunca mais vou ser a mesma porque mudei...
agora sou um novo ser!
Muito mais bonito
e alegre!

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Espiritualidade, Nudismo e a Roupa

J. C. Conningham

Alguns católicos romanos são nudistas ou naturistas. outros simplesmente acreditam em algumas oportunidades de nudismo social (por ex. o nudismo familiar, o nadar despido, sem transforma-los em "istas"). Certos demagogos acusam-nos, algumas vezes, de não decoro, insistindo em dizer que "o nu é obsceno", exceto quando a nudez se faz absolutamente necessária (por ex. num exame médico). Este ensaio foi escrito para defender o nudismo social contra tais demagogos que gostariam de equipar o Evangelho com suas opiniões pessoais, e não representam a tradição verdadeira da Igreja Católica Romana.

O decoro não é apenas uma questão de estar vestido. Antes de se tornar Papa, João Paulo II escreveu: "O decoro sexual não pode, portanto, de nenhuma forma, ser associado ao uso de vestimentas, nem a sem-vergonhice com a ausência de roupa e a total ou parcial nudez".

"Há circunstâncias nas quais a nudez não significa ausência de decoro... A nudez, como tal, não deve ser equiparada ao descaramento físico. A ausência de decoro está presente apenas quando a nudez desempenha um papel negativo no que diz respeito ao valor da pessoa, quando o seu propósito é o de resultar em apetite sexual, como resultante, na qual a pessoa é colocada na posição de objeto de prazer."

"O corpo humano não é, em si mesmo, vergonhoso nem, pelas mesmas razões, as reações sensuais e a sensualidade humana em geral. A ausência de vergonha (assim como a vergonha e o decoro) é uma função do íntimo de uma pessoa."

Em seu livro "O Amor e a Responsabilidade" o Papa nos diz que o senso de vergonha é, na verdade, necessário, mas ele não o define como certos demagogos gostariam de defini-lo. O Papa diz que somos envergonhados das coisas íntimas, desvairadas, inclinações libidinosas (movimentos de apetite sexual) e não de simplesmente sermos vistos nus. Este último é o falso decoro, influência de sistemas perversos tais como o jansenismo e puritanismo - não do catolicismo.

De acordo com São Tomás de Aquino, um ato indecoroso é realizado com intenção libidinosa. Portanto quando numa praia de nudismo, por exemplo, alguém tirava a roupa com a intenção de se banhar ou de lazer não é para ser acusado de falta de decoro. Tal pessoa deveria se envergonhar apenas das inclinações libidinosas que ele poderia experimentar, mas não apenas por ser meramente visto despido. De acordo com a definição de Aquino quanto ao decoro, tal pessoa não seria indecorosas mesmo que ela estivesse numa praia de roupa obrigatória, desde que a sua intenção não estivesse se manifestando. Contudo ela seria obviamente culpada por descortesia e por falta de caridade. O Papa, graduado na Universidade São Tomás de Aquino, em Roma, segue a mesma linha de pensamento.

A autoridade oficial de ensino da Igreja não define o que é indecoroso, pois ensina que isto é relativo: "Existe um certo relativismo na definição do que seja falta de vergonha. Este relativismo pode existir devido a diferenças de contribuição peculiares a certas pessoas - uma maior ou menor excitabilidade sensual, um maior ou menor grau de cultura moral - ou a visões diferentes de mundo. Este fato pode ser igualmente devido às diferenças nas condições externas - no clima, por exemplo, como já falamos, e também nos costumes predominantes, nos hábitos sociais, etc." "A roupa é sempre uma questão social, uma função dos costumes sociais. Nesta matéria não exioste nenhuma exata similaridade de comportamento de pessoas específicas, mesmo se elas vivem na mesma época e na mesma sociedade."

"O princípio do que seja verdadeiramente indecoroso é simples e óbvio, mas sua aplicação depende do indivíduo, do meio e da sociedade."

A Igreja Romana, então, não se opõe à nudez social a não ser que a intenção da pessoa seja libidinosa ou tal nudez não lhe seja costumeira.

Nota: Este texto é apenas um trecho de um artigo bem mais extenso, extraído da Revista Naturis número 20.

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Informações : info@nip.org.br_